Membros do Blog Filhos da Misericórdia...participe também!

Mostrando postagens com marcador Coração de criança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Coração de criança. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

TE AMO, PAPAI!


Queria hoje rezar como criança... 


assim, bem simplesmente

.
 Te dizer palavras curtas e humildes, mas que revelam minha essência. 


Te chamar de Papai, rir contigo, ficar calado ouvindo Teu Coraçao ...

Fazer contigo coisas que criancinhas fazem com seus pais. 

Ver que esse Teu olhar me desvenda, me conhece, me acolhe e me ama. 

Me ensinas os caminhos da vida e me aponta o que devo fazer

Ver que aqui contigo nada me atinge, nada me perturba.

Eu estou no Teu colo. Ah...como é bom! Senti tanto a Tua falta!

Nesta comunicação sem palavras eu sou Tua criança e Tu és meu Pai. 

Te amo meu Papaizinho.AMEM!

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Homenagem de um coração miserável...



Queria hoje, meu Deus, demonstrar-Vos, apesar de minha insignificância e pequenez, minha mais sincera e profunda gratidão através de uma oferta que Vos rendesse glória e vos fizesse feliz.

 Pensei em tantas coisas para Vos ofertar, mas vi que cada coisa que eu pensava já Vos pertencia. Quis dar-Vos os méritos de minhas virtudes, mas vi que não os tenho. Quis dar-Vos os dons que tenho, mas vi que todos eles me vieram de Vós, e que, Vós mesmo, sois o doador de todos os dons. Então, meu Deus, como dar-Vos algo que Vos possa glorificar e dar alegria, se sois a plenitude e de nada necessitas? 




Percebi, então, Deus meu, que existe algo que não tens e que não criastes, e no qual eu possa dar-Vos glória e louvor, algo que pertence a mim somente e que, se guardado em meu coração, é meu mais terrível sofrimento, mas que, se lançado para Vós transforma-se em graça e misericórdia. Vi que em mim só existe miséria e fraqueza, e que a única coisa que me pertence, por minha débil condição de criatura, das feridas de minha história de vida e das conseqüências de meus atos é somente minha fraqueza.



Mas acaso poderia dar-Vos realmente glória, dando-Vos minha mais profunda podridão? Acaso não Vos ofenderia elevando para Vós minhas mãos tão sujas da lama de minha alma de pecador, querendo Vos ofertar toda minha vil condição? Acaso ficarias ofendido se o presente que Vos posso dar não são as resplandecentes virtudes que os santos Vos ofertaram, mas somente minhas feridas apodrecidas e abertas? 


Ah! Meu Deus, eu sei que isto não é de modo nenhum um devaneio meu, pois sinto-me irresistivelmente impelido por Vós mesmo a fazer tal coisa.


 Quando vos contemplo na manjedoura, Vossa pequenez e fragilidade assumidas por amor a mim, eu vejo Vosso sorriso entre as palhas do estábulo, e então reconheço nelas as escórias do meu coração tão sujo e frio. 




Quando Vos contemplo nu e coberto de chagas na Cruz, na qual subiste por amor a mim, vejo que os pregos que vos pregaram são as minhas dores e misérias, e que os espinhos de Vossa coroa são meus pensamentos tão vis, doentios e egoístas. 



Quando Vos adoro na Eucaristia, vejo que não aniquilastes a matéria frágil do pão, mas a assumistes para revelar o Vosso amor para nós, vejo que desejas a minha fraqueza para que através dela também possas amar os que de mim se aproximam. 


 Então, meu Senhor, já que tens essa preferência pelo que é débil e sem valor, sinto-me motivado por Vós mesmo a dar-Vos a miséria que sou. Ofereço-Vos, para satisfazer as grandes e infinitas torrentes de Vossa infinita Misericórdia, o profundo abismo do meu nada, a fim de que estas impetuosas águas encontrem um desaguadouro onde podem represar-se e transbordar. 


Ofereço-Vos os negros carvões de meus pecados e lanço-os na ardente fornalha do Vosso Amor, a fim de que sejam transformados por este fogo que não se apaga. Ofereço-Vos, enfim, todos os frágeis odres de minha humanidade, a fim de receberem o Vosso Vinho novo. 




Coloco-me como a frágil e quebradiça hóstia em Vosso altar, pois sei que não é um ato meu consagra-me, mas antes, é ato Vosso transformar-me em Vós mesmo. Como o holocausto de Elias, não quero ser consumido por outro fogo, a não ser pelo ardente braseiro de Vossa infinita Misericórdia, que se atrai por holocaustos fracos e imperfeitos como eu.



 Sim, pois sei que mais estais Vós sedento de consumir-me do que eu de entregar-me a Vós. Por isso, atraí-me, Vos peço, roubai-me, a fim de que eu esteja pobre e despojado até de minha própria pobreza, para que não me reste nada a não ser a Vós mesmo. Quero permanecer para sempre vazio de mim mesmo para estar repleto de Vós, de tal modo que não encontre em mim mesmo nada a não ser a Vós.


Quero ser para sempre um nada em Vossas mãos, e de tal modo quero ser que não reste em mim nenhum desejo a não ser amar-Vos a cada segundo. Esvazia-me, a fim de que se eu sofrer não encontre mais pena, mas a Vós, se eu amar não encontre meus afetos, mas a Vós, se me alegrar ou chorar, se viver ou morrer, se deitar ou levantar eu só possa encontrar a Vós, em tudo e em todos. 

Eis aqui, meu Deus, minha homenagem. Que ela ao menos Vos faça sorrir, pois vem de um coração tão fraco e pequeno, dessa Vossa criança que não tem outro desejo a não ser dar-Vos alegria, apesar de sua fraqueza.


Aceita, Senhor, como uma oferta agradável o sorriso de felicidade que Vós mesmo fizestes brotar em mim...Obrigado por tudo, meu Deus! Deste pequeno nada que não deseja outra coisa a não ser Vos amar.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A fraqueza que nos abre a Ternura









Na época do Nazismo, um homem e sua esposa quiseram que seu filho recém-nascido fosse batizado na prisão. Pediram ao sacerdote que então estava com eles que ministrasse o Sacramento a seu filhinho. Depois da cerimônia clandestina na cela a mãe permaneceu com o bebê em seus braços e os presos estavam sentados ao seu redor.

Um dos presidiários que estava ao seu lado perguntou-lhe se podia pegar o bebê em seus braços; pegou-o com muita ternura, olhou-o nos olhos e sorriu para ele. O bebê respondeu com outro sorriso e o presidiário caiu em prantos. Um bebê é tão pequeno, tão frágil! Seu corpo e todo seu ser provocam ternura.

Ninguém tem medo de um pequeno bebê. A criança tem um poder “mágico”, seu olhar, seu sorriso, seus olhos, sua fragilidade, sua confiança, sua pureza e sua inocência parecem ter o poder de chegar às profundezas do nosso coração adulto.

Atravessa as muralhas que erguemos ao redor de nossos corações para nos defendermos, nos protegermos e demonstrar que somos autônomos, capazes e fortes.

O bebê expõe a criança escondida em nosso interior que muitas vezes mantemos oculta atrás de um muro de dureza, proteção e força, escondido com nosso desejo permanente de ganhar.

Em nossa realidade que é baseada na rivalidade, temos medo de mostrar nossas debilidades já que podem representar um perigo ao suscitar reações de rechaço.

Portanto, necessitamos mostrar nossas capacidades, poder, força, conhecimento, pois do contrário, nós podemos nos machucar, ser rechaçados ou oprimidos.

A fragilidade do bebê (sobretudo quando é recém nascido) atrai olhares, sorrisos, ternura e a comunhão; desperta bondade.

Talvez seja o único período na vida em que a debilidade provoca uma reação positiva e amorosa, na maioria das vezes. É claro que é uma pena que existam crianças maltratadas e, infelizmente não são situções raras.

Sem importar a cultura ou a religião as crianças atraem. Entram em todos os lugares, aos subterfúgios mais profundos do coração humano para despertar o mais gracioso e o mais humano que existe; o desejo de ser aceito e amado com ternura.

Esse bebê na prisão se sentia seguro graças ao amor de sua mãe que o levou por nove meses em seu seio. Só quando um bebê se sente seguro pela relação com seus pais é que pode ser pego nos braços por um estranho.

Este poder é mágico e sim, digo mágico porque parece que nos une a um nível além da vontade ou da razão. É como um dom outorgado, inesperado.

Eu não posso despertar este coração escondido em mim, só com minha intenção... esse coração secreto é despertado de fora para dentro ainda que seja o mais profundo que há em mim que sou “eu”.

Na prisão, através do olhar do pequeno, o prisioneiro descobriu quem era na verdade ... e no mais profundo de seu ser é uma criança que espera por amor e não ousa admiti-lo.

No fundo todos nós somos crianças feridas a espera de amor a espera de ternura. E se Deus fosse como uma mãe que diz: “ Amo você como és, com sua história ,com seu coração ferido, com o que gera vergonha em você, com suas culpas, seus fracassos e também com suas vitórias”;

e se esta mãe nos pega em seus braços e nos acaricia com ternura... E se Deus fosse uma criança; por acaso não é Isaias (9,6) quem diz: “Uma criança nasceu e um filho nos foi dado e recebeu o poder sobre seu ombro,; e se chamará seu nome Admirável, Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz”.

Jesus nos diz: “Para entrar no Reino dos céus é preciso ser uma criança, abertos para a ternura, à confiança e à escuta” e assim nos convida a não nos escondermos atrás do adulto que quer ser forte.

Nossas Comunidades devem ser lugares nos quais aprendemos a acolher a nossa criança interior e nos abrir a acolher a dos nossos irmãos também. Todos somos crianças que precisam ser amadas para amar.

Na ternura de um Deus que é Pai-Mãe e também pequena criança na Manjedoura, tenhamos coragem e abramos nosso coração e voltemos a ser como crianças no seu colo, que é o lugar onde somos realmente nós mesmos.

Um bom dia a todos!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O que é o Amor pelos olhos de uma criança?



O que é o amor?
Esta foi uma pesquisa feita por profissionais de educação e psicologia dos Estados Unidos com um grupo de crianças de 4 a 8 anos.



As crianças são sábias... vamos aprender juntos???

Respostas:

"Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos" - Mathew, 6 anos

"Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unha para ela. Mesmo quando ele tem artrite" - Rebecca, 8 anos

"Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras" - Lauren, 4 anos

"Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo" - Tommy, 6 anos

"Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente" - Billy, 4 anos

"Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela" - Chrissy, 6 anos

"Amor é quando minha mãe faz café para o meu pai e toma um gole antes, ara ter certeza que está do gosto dele" - Danny, 6 anos

"Amor é o que está com a gente no natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta" - Bobby, 5 anos

"Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta. - Nikka 6 anos.

"Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpreende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda" - Samantha , 7 anos

"Há dois tipos de amor, o nosso amor e o amor de deus, mas o amor de deus junta os dois" - Jenny, 4 anos

"Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford" - Chris, 8 anos

"Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo" - Cindy, 8 anos

"Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. e se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo" - Jessica, 8 anos

"Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não" - Patty, 8 anos

"Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro" - Mary Ann, 4 anos

"Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas ele não disse isso. Isso é amor" - Max, 5 anos".


Disse-lhes Jesus: Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque o Reino dos céus é para aqueles que se lhes assemelham. (Mt 19,14)

domingo, 14 de novembro de 2010

Coração de Criança





“As grandes audácias são sempre das crianças.Elas nos surpreendem com as suas perguntas,com as suas respostas e com as suas ações.

O próprio Senhor vai nos dizer que, para entrarmos no Reino dos Céus,precisamos ser como as crianças.Sendo crianças,não tereis mágoas;as crianças esquecem depressa os desgostos para voltarem aos seus divertimentos habituais.

Por isso,com esse abandono,não tereis que vos preocupar,pois descansareis no Pai.São muitas pessoas que vivem constantemente estressadas, porque perderam a simplicidade das crianças.Não queiras ser grande. Criança,criança sempre,ainda que morras de velho.


Quando uma criança tropeça e cai,ninguém estranha;seu pai se apressa a levantá-la.A nossa experiência cotidiana está cheia de tropeços e quedas.Que será de nós se não formos cada vez mais criança?

Não queiramos ser grandes, mas meninos,para quando tropeçares,a mão de Deus nosso Pai nos levante”

(são José Maria Escrivá).

Peçamos a Jesus,a graça de termos um coração de criança!