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quinta-feira, 23 de outubro de 2008

DIVINA EUCARISTIA





Tão simples assim tão fácil assim
Aceite e prove dessa graça
O pão sustenta o homem
Jesus sustenta a alma
Milagre assim não há quem faça
Corpo que era pão
Sangue que era vinho
Pra eternidade é o caminho.

Eis o pão que os anjos comem
Transformado em pão do homem
Só os filhos o consomem
Pão pra alma que tem fome
Aos mortais dando comida dais também o pão da vida
Que a família assim nutrida seja um dia reunida lá no céu.

Trigo esmagado Cristo imolado
Ambos vão tornar-se pão
Um que perece
Outro que permanece
Para a nossa salvação
Ó Senhor da unidade
Tirai de nós a orfandade.

O sangue precioso de JESUS




O sangue adorável de meu amado Jesus, preço da redenção do mundo e fonte de vida eterna que purificas nossas almas, sangue preciosíssimo, que intercedes poderosamente por nós ante o trono da suprema misericórdia.

Eu vos adoro profundamente e quero reparar com minhas adorações e meu fervor todas as injurias e ultrajes que continuamente recebes dos homens, especialmente no Santíssimo Sacramento do altar.

Eu vos adoro, doce Jesus meu; imprime em minha alma a recordação de tua Sacratíssima Paixão. Fazei que a memória de tuas dores e sofrimentos infunda em minha alma um horror supremo ao pecado e um ardentíssimo amor por ti, para corresponder de algum modo ao sacrifício que ti mesmo fizeste na Cruz por minha salvação e resgate.

Assim seja! Amém.

Bem-aventurada Alexandrina Balasar Costa





Beata Alexandrina Maria da Costa

Alexandrina Maria da Costa nasceu em Balasar, a 30 de Março de 1904. Desde os 20 anos viveu paralisada na cama devido a uma mielite na coluna, em consequência de um salto que deu de uma janela da sua casa, aos 14 anos, para defender a sua pureza contra três homens mal inten­cionados.

Na solidão do seu quarto, a Alexandrina tornou-se o anjo consolador de Jesus, presente em todos os Tabernáculos do mundo e, ao mesmo tempo, hóstia na Hóstia Divina, será com Jesus a vítima imolada para a salvação das almas.

Com efeito, a Alexandrina viverá misticamente, no corpo e no espírito, a Paixão de Jesus, desde a agonia do Getsémani até à Crucifixão no Calvário, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e profanações da Eucaristia.

Os Tabernáculos e os pecadores são a missão que Jesus lhe confia em 1934 e que nos é entregue nas inúmeras e belíssimas páginas do seu diário.

Por meio de Alexandrina, Jesus pede que:

"... seja bem pregada e propagada a devoção aos Sacrários, porque passam-se dias e dias que Me não visitam, não Me amam, não Me desagravam. Não crêem que Eu habito lá."

"Quero que se acenda nas almas a devoção para com estas prisões de Amor... "

"São tantos aqueles que, embora entrando nas igrejas, nem sequer Me saúdam e não param um momento a adorar-Me."

"Eu quereria muitos guardas fiéis, prostrados diante dos Sacrários, para impedirem tantos e tantos crimes." (1934)

Durante os últimos 13 anos de vida, a Alexandrina alimentou-se apenas da Eucaristia.

"Faço que tu vivas só de Mim – confia-lhe Jesus – para provar ao mundo o que vale a Eucaristia e o que é a minha vida nas almas: luz e salvação para a humanidade." (1954)

Poucos meses antes de morrer, Nossa Senhora disse-lhe:

"Fala às almas! Fala-lhes da Eucaristia! Fala-lhes do Rosário! Que se alimentem da Carne do Corpo de Cristo e do alimento da oração: do meu Rosário, todos os dias." (1955)

Em 1935 foi mensageira de Jesus para a Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria, solenemente efectuada por Pio XII em 1942.

Entre as paredes do seu quarto, a Alexandrina rece­berá multidões de pessoas que acolherá sempre sorrindo, não obstante os indizíveis e contínuos sofrimentos no corpo e no espírito.

O seu sorriso, tomado transparência do Céu, irradiação da Vida Divina, comoverá os corações das multidões que sairão daquele quarto, levando consigo a marca da mudança.

A 13 de Outubro de 1955, deu-se a passagem da Alexandrina da vida na terra à do Céu.

A 25 de Abril de 2004, a Igreja proclamou-a Beata para a glória de Deus e o júbilo de todos os seus devotos.