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segunda-feira, 11 de abril de 2011

Protagonista do milagre atribuído a João Paulo II revela detalhes inéditos de sua cura



A religiosa francesa Marie Simon Pierre revelou detalhes inéditos do milagre que permitirá a beatificação do Papa João Paulo II no próximo 1º de maio, como o fato de experimentar um grande desejo de rezar poucos instantes antes de descobrir que tinha sido curada do mal de Parkinson, a mesma enfermidade que sofria Karol Wojtyla.


Em uma entrevista concedida em 14 de janeiro à rede francesa KTOtv e à italiana RAI Vaticano, a religiosa relata que "o dia 2 de junho de 2005 foi o dia da minha cura. Esse dia pela manhã eu estava completamente impedida e já não podia mais".

"Pensei em procurar a irmã Marie (superiora de sua comunidade) para pedir minha demissão, deixar de brindar meu serviço na maternidade onde trabalhava com muitas pessoas sob a minha responsabilidade. Sentia-me muito pesada e me disse: é necessário que eu pare, que eu deixe o serviço. Eu não posso fazer que isto deixe de avançar, não é possível".

O pedido da irmã Marie Simon Pierre foi rechaçado com amabilidade e em troca sua superiora lhe propôs pedir a graça de sua cura ao João Paulo II.

Quando isto aconteceu, "sentimos por um bom momento uma grande mudança em seu escritório, diria que uma grande paz, uma paz muito grande e uma grande serenidade, sentia-me muito aprazível, ela também".

Nesse momento, pediu-lhe escrever o nome de João Paulo II em um papel. O avanço do Parkinson tinha afetado seu braço esquerdo e sofria de intensos tremores. Sua superiora lhe propôs escrever com a mão direita. "Disse-lhe que não podia porque minha mão direita também ficava a tremer, mas ela insistiu: 'sim você pode, sim pode'".

Escreveu algo ilegível mas pensou que de repente "ocorrerá um milagre se é que acredito".

"Fui e segui com meu serviço. Essa noite segui a jornada como de costume com a cena comunitária, logo um pouco mais de trabalho e depois a oração noturna na capela".

Ao retornar ao seu quarto, a irmã Marie Simon-Pierre se obrigou a escrever e teve uma grande surpresa ao ver que nesse momento ela pôde fazê-lo bem.

Passou uma noite tranqüila e dormiu bem, sem a insônia habitual que apresentava pela dor do Parkinson. Às 4:30 da madrugada do dia 3 de junho despertou sentindo que "já não era a mesma. Havia uma alegria interior e uma grande paz; e logo me surpreendi muito pelos gestos do meu corpo".

Ao mesmo tempo despertou nela "um grande desejo de rezar. Nessa hora não tinha autorização para rezar, mas rezei".

Rezou diante do tabernáculo do oratório da maternidade "sempre com uma alegria muito profunda" meditando ademais os mistérios luminosos do Papa João Paulo II.

Às 6:00 a.m. sua comunidade assistia à Eucaristia, assim que se dirigiu do oratório à capela.

Nesse trajeto "percebia que meu braço esquerdo já não ficava imóvel ao caminhar mas balançava normalmente. Na Eucaristia tive a certeza de que estava curada".

http://www.acidigital.com/noticia.php



 Por este milagre, o Papa João Paulo II será beatificado no dia 01 de maio de 2011, na Festa da Misericórdia.


Bem-aventurado João Paulo II, rogai por nós!

Um Rei montado num Jumentinho...O sentido do Domingo de Ramos.


Para compreender aquilo que aconteceu no Domingo de Ramos e descobrir o que isto significou não só naquela época, mas também o que significa para todos os tempos,revela-se importante um pormenor, que se tornou inclusive para os seus discípulos a chave para a compreensão deste acontecimento quando, após a Páscoa, eles voltaram a percorrer com um novo olhar aqueles dias tumultuosos.Jesus entra na Cidade Santa montado num jumento, ou seja, o animal das pessoas simples do campo, e além disso num jumento que não lhe pertence, mas que Ele, para essa ocasião, pede emprestado.

Não chega num majestoso carro de luxo, nem a cavalo, como os poderosos do mundo,
mas montado um jumento que tinha pedido emprestado.
João narra-nos que, num primeiro momento, os discípulos não O compreenderam. Somente depois da Páscoa entenderam que Jesus, agindo deste modo, estava a cumprir os anúncios dos profetas, compreenderam que o seu agir derivava da Palavra de Deus e que a levava ao seu cumprimento.

Recordaram, diz João, que no profeta Zacarias se lê: "Não temas, Filha de Sião, olha o teu Rei che chega sentado na cria de uma jumenta" (Jo 12, 15; cf. Zc 9, 9).

Para compreender o significado da profecia e, deste modo, do próprio agir de Jesus,
devemos ouvir todo o texto de Zacarias, que continua assim: "Ele exterminará os
carros de guerra da terra de Efraim e os cavalos de Jerusalém; o arco de guerra será
quebrado. Proclamará a paz para as nações.O seu império irá de um mar ao outro, e do rio às extremidades da terra" (9, 10). Com isto, o profeta afirma três coisas sobre o rei que há-de vir.

Em primeiro lugar, diz que ele será um rei dos pobres, um pobre entre os pobres e
para os pobres. Neste caso, a pobreza é entendida no sentido dos anawim de Israel,
daquelas almas crentes e humildes que encontramos em redor de Jesus na perspectiva da primeira Bem-Aventurança do Sermão da Montanha.

Um indivíduo pode ser materialmente pobre, mas ter o coração cheio de desejo da riqueza material e do poder que deriva da riqueza. Precisamente o fato de viver na inveja e na avidez demonstra que, no seu coração, ele pertence aos ricos. Deseja alterar a repartição dos bens, mas para chegar a estar pessoalmente na situação dos ricos de antes.

A pobreza, no sentido de Jesus no sentido dos profetas pressupõe sobretudo a liberdade interior do desejo da posse e da avidez do poder.

Trata-se de uma realidade maior do que uma simples repartição diferente dos bens que, todavia, permaneceria no campo material,tornando aliás os corações ainda mais duros.

Trata-se, em primeiro lugar, da purificação do coração, graças à qual se reconhece a posse como responsabilidade, como dever em relação aos outros, colocando-se sob o olhar de Deus e deixando-se orientar por Cristo que, sendo rico, se fez pobre por nós (cf. 2 Cor 8, 9).

A liberdade interior é o pressuposto para a superação da corrupção e da avidez, que já devastam o mundo; esta liberdade só pode ser encontrada se Deus se tornar a nossa riqueza; só pode ser encontrada na paciência das renúncias quotidianas, nas quais ela se desenvolve como autêntica liberdade.

É o rei, que nos indica o caminho rumo a esta meta Jesus é Ele que aclamamos no Domingo de Ramos; é a Ele que pedimos paraque nos acompanhe ao longo deste seu caminho.

Em segundo lugar, o profeta mostra-nos que este rei será um rei de paz: Ele
exterminará os carros de guerra da terra e os cavalos de batalha, quebrará os arcos de guerra e proclamará a paz.

Na figura de Cristo isto concretiza-se mediante o sinal da Cruz. Ela é o arco quebrado, de certa maneira o novo e autêntico arco-íris de Deus, que une o céu e a terra e lança uma ponte sobre os abismos e entre os continentes.

A nova arma, que Jesus coloca nas nossas mãos, é a Cruz sinal de reconciliação e de perdão, sinal do amor que é mais forte do que a morte.

Cada vez que fazemos o sinal da Cruz devemos recordar que não podemos opor-nos a uma injustiça com outra injustiça, a uma violência com outra violência; devemos recordar que só podemos vencer o mal com o bem, jamais retribuindo o mal com o mal.

A terceira afirmação do profeta é o prenúncio da universalidade. Zacarias diz que o
reino do rei da paz se difunde "de um mar ao outro... até às extremidades da terra".

Aqui, a antiga promessa da Terra, feita a Abraão e aos Padres, é substituída por uma
nova visão: o espaço do rei messiânico já não é um determinado país que em seguida
se separaria necessariamente dos outros e portanto, de modo inevitável, tomaria uma
posição também contra os demais países.

O seu país é a terra, o mundo inteiro. Ultrapassando toda a delimitação, na multiplicidade das culturas, Ele cria a unidade.

Penetrando com o olhar as nuvens da história, que separavam o profeta de Jesus, vemos nesta profecia emergir de longe na profecia a rede das comunidades eucarísticas que abraça a terra, o mundo inteiro uma rede de comunidades que constituem o "Reino da paz" de Jesus, de um mar ao outro, até às extremidades da terra.

Ele vem a todas as culturas e a todas as regiões do mundo, a toda a parte nas a cabanas mais miseráveis e nos campos mais pobres, assim como no esplendor das catedrais.
Em todos os lugares Ele é o mesmo, o Único, e assim todos os orantes congregados, na oração com Ele, encontram-se também unidos entre si num único corpo.

Cristo domina, tornando-se Ele mesmo o nosso pão e entregando-se a nós. É desta maneira que Ele edifica o seu Reino.Esta união torna-se totalmente clara na outra palavra veterotestamentária, que caracteriza e explica a liturgia do Domingo de Ramos e o seu clima especial.

A multidão aclama Jesus: "Hosana! Bendito seja o que vem em nome do Senhor" (Mc 11, 9; Sl 118[117], 25 s.).

Esta palavra faz parte do rito da festa dos tabernáculos, durante o qual os fiéis caminham em redor do altar, tendo nas mãos alguns ramos compostos de palmas,mirtos e salgueiros.

Pois bem, com as palmas nas mãos, as pessoas elevam este clamor diante de Jesus, em quem vislumbram Aquele que vem em nome do Senhor: com efeito, a expressão "Aquele que vem em nome do Senhor" tornou-se há muito tempo a designação do Messias.

Em Jesus reconhecem Aquele que verdadeiramente vem em nome do Senhor e traz a presença de Deus ao meio de nós. Este brado de esperança de Israel, esta aclamação a Jesus durante o seu ingresso em Jerusalém, na Igreja tornou-se justamente a aclamação Àquele que, na Eucaristia, vem ao nosso encontro de um modo novo.

Com o brado do "Hosana!" saudamos Aquele que, em carne e sangue, trouxe a glória de Deus à terra. Saudamos Aquele que veio e todavia permanece sempre Aquele que há-de vir.

Saudamos Aquele que, na Eucaristia, vem sempre de novo a nós em nome do Senhor, unindo deste modo na paz as extremidades da terra. Esta experiência da universalidade constitui uma parte essencial da Eucaristia.

Quando o Senhor vem, nós saímos dos nossos particularismos exclusivos e entramos na grande comunidade de todos aqueles que celebram este santo sacramento. Entramos no seu reino de paz e, de certo modo, saudamos nele também todos os nossos irmãos e irmãs, aos quais Ele vem, para se tornar um verdadeiro reino de paz no meio deste mundo dilacerado.

As três características anunciadas pelo profeta pobreza, paz e universalidade são resumidas no sinal da Cruz. Houve um período que ainda não foi totalmente superado em que se rejeitava o cristianismo precisamente por causa da Cruz. A Cruz fala de sacrifício dizia-se a Cruz é sinal de negação da vida.

Nós, contudo, desejamos a vida inteira sem limites e sem renúncias. Queremos viver, somente viver. Não nos deixamos condicionar por preceitos nem por proibições; nós desejamos a riqueza e a plenitude assim se dizia e ainda se diz. Tudo isto parece convincente e cativante; é a linguagem da serpente que nos diz: "Não vos amedronteis! Comei tranquilamente de todas as árvores do jardim!".

Porém, o Domingo de Ramos diz-nos que o verdadeiro grande "Sim" é precisamente a
Cruz, que a Cruz é a verdadeira árvore da vida. Não encontramos a vida apoderando-nos
dela, mas entregando-a. O amor é um doar-se a si mesmo, e por isso é o caminho
da vida verdadeira, simbolizada pela Cruz.

S.S.P BENTO XVI

 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Cantico de Maria - Adoração e Vida


O Cântico De Maria Ministério Adoração e Vida
A minha alma engrandece
E glorifica ao Senhor
Meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador
Meu Salvador (4X)

Ele olhou minha pequenez
Fez-me bendita entre as nações
Realizou em mim maravilhas o poderoso
Poderoso (4X)

A Sua misericórdia
É de geração em geração
Sobre os que temem aquele cujo o nome é Santo
É Santo (4X)

Agiu com poder, com o seu braço forte
Orgulhosos dispersou, poderosos destronou
Exaltou os humildes, saciou os famintos
Despediu os ricos sem nada.
Lembrou-se do amor a Israel o seu servo
Conforme prometeu, outrora nossos pais
Em favor de Abraão e sua posteridade
Para todo sempre.
Para sempre (4X)

Agiu com poder, com o seu braço forte
Orgulhosos dispersou, poderosos destronou
Exaltou os humildes, saciou os famintos
Despediu os ricos sem nada.
Lembrou-se do amor a Israel o seu servo
Conforme prometeu, outrora nossos pais
Em favou de Abraão e sua posteridade
Para todo sempre.
Para sempre (4X) (Meu Salvador)

Meu Salvador, poderoso, cujo o nome é Santo, para
sempre
Meu Salvador, poderoso, cujo o nome é Santo, para
sempre (sempre)
Meu Salvador, poderoso (poderoso), cujo o nome é Santo (cujo o nome é Santo), para sempre
Para sempre
Para sempre
Sempre